M e d i c i n a  I n t e g r a l  

E OUTRAS INFORMAÇÕES QUE PODEM SALVAR NOSSAS VIDAS

 

“Eu digo a você: uma pessoa que não sabe a verdade é simplesmente um tolo, mas aquele que conhece a verdade e a trata como uma mentira, esse é um criminoso”

                                                                            Bertolt Brecht, A Vida de Galileu

É com grande satisfação que publicamos esta entrevista com o Dr. Eduardo Almeida cuja contribuição para o nosso trabalho tem sido relevante, porque como evidenciam as respostas abaixo, afirma que "não existe uma só medicina, mas várias medicinas e sistemas médicos, uma vez que temos várias culturas e uma pluralidade imensa de pensamento na evolução da humanidade". Assim ele fala dos limites da doutrina médica oficial e indica possíveis caminhos já disponíveis para a superação.


1) Como o senhor tomou conhecimento da medicina biológica alemã e o que o motivou a trabalhar nesta área?

R: Comecei como médico alopata clássico. Depois de algum tempo conclui sobre os limites da alopatia e o seu grau de toxicidade. Percebi que o médico havia perdido seus recursos terapêuticos e tornou-se completamente dependente da indústria farmacêutica. O médico se preocupa basicamente com o diagnóstico e deixa a terapêutica para a indústria farmacêutica. Como a terapêutica é a ação médica que interessa ao cliente, pois esse último está interessado na sua melhora e não em nomes de doenças, resolvi trilhar pelo caminho amplo da terapêutica médica ao assumir que a alopatia não seria o único. Saí em busca de todo o patrimônio terapêutico disponível. Contatei as medicinas anciãs como a Chinesa e Ayurveda e cheguei até a medicina biológica alemã. Nessa linha escrevi o livro: “As Razões da Terapêutica” – Empirismo e Racionalismo na medicina” publicado em 2002.

2) O senhor é enfático q uando lhe perguntam "qual é a sua especialidade" em responder: " trato de gente, não de doença". Explique sua posição.

R: Doença não existe. Doença é uma abstração. A medicina oficial é uma medicina centrada na doença, ou seja, o seu objeto é a doença. Um objeto de conhecimento é construído pelo próprio conhecimento. A medicina oficial constrói a doença e lhe dá vida (doença como entidade específica). Assim ela se relaciona com a doença - sua criação (relação médico - doença) que é uma generalidade, pois ela não tem instrumental para acessar ao indivíduo. Ora, o que existe e é real é o indivíduo doente, portanto trato pessoas doentes e tento valorizar ao máximo os aspectos da individualidade, pois não existem dois indivíduos iguais nesse mundo.

3) Quais foram as causas do afastamento da medicina da noção de vida e natureza? Onde teve início o elo perdido da medicina?

R: Quando ela assumiu o reducionismo químico e incorporou na sua terapêutica o uso exclusivo das substâncias químicas estranhas ao organismo (alopatia) na segunda metade do séc. XIX.

4) Houve um tempo em que a medicina não era considerada uma área das ciências, tanto que muitas das suas maiores descobertas não foram feitas por médicos, mas por artistas, como Leonardo da Vinci e Michelangelo. O senhor aborda a medicina como arte, assim como era no passado, mas teve formação acadêmica voltada para a medicina enquanto ciência. Como é praticar uma medicina não convencional vivendo num sistema convencional?

R: Não existe ciência que possa dar conta do ser humano. Um sistema vivo extremamente complexo tanto em termos biológicos do corpo físico, quanto nos seus demais corpos, sejam os sutis (bioelétrico, mental, vital, anímico) seja em termos culturais (corpo social, corpo familiar). Que ciência dá conta de tudo isso?? Somente a arte pode articular as várias instâncias do conhecimento humano e colocá-los em termos de uma doutrina médica. O médico terá que buscar esses conhecimentos nas várias ciências, mas também na tradição cultural, nas religiões, nos poetas, nos artistas, etc.

5) É possível haver uma zona de convergência entre as duas visões, ou elas são completamente divergentes?

R: Claro que é possível. Todo conhecimento deve ser colocado a serviço do alívio do sofrimento humano e a alopatia é um instrumento importante. O problema é o discurso hegemônico da alopatia e sua trajetória de perseguição e caça às bruxas.

6) Com que princípios trabalha a medicina biológica alemã? Qual a diferença da medicina biológica, natural e integral? É tudo a mesma coisa?

R: A medicina biológica alemã nasce da dissidência médica quando a medicina cai no reducionismo químico mecanicista. A MB dizia que o organismo humano não pode ser reduzido aos processos químicos. Ele é um sistema biológico de alta complexidade e que a medicina deveria dar suporte aos grandes processos biológicos que acontecem no organismo, e que mantêm a vida. Não é por acaso que os médicos biológicos de hoje chamam a sua medicina de medicina de suporte à vida. A medicina biológica busca ser natural e integral. Tais nomenclaturas tendem a acentuar determinado aspecto da prática.

7) O senhor fala dos malefícios da poluição eletromagnética das antenas, das freqüências de FM, do microondas, do celular, de todos os aparelhos wireless (sem fio), mas como não usá-los num mundo tecnológico como o de hoje? E aqueles que trabalham com isso, como podem se proteger de influências nocivas a sua saúde?

R: Não tenho solução de como evitá-los. O problema é que a medicina e a biologia clássicas centradas na química dizem que as radiações não térmicas não causam problemas, ou na melhor das hipóteses dizem que não existe nada provado. Ora, o organismo vivo é um sistema completamente regulado por processos eletromagnéticos. Como que a poluição eletromagnética não influencia esse organismo?? Pesquisas revelam que 1 minuto de uso de telefone celular já é capaz de afetar a barreira hematoencefálica, que é um mecanismo fundamental para o funcionamento cerebral. Poderíamos reduzir o uso do telefone celular, usá-lo apenas em emergências, mas o que estamos vendo é uma mudança radical para o mundo wireless, e tudo que é wireless provoca poluição eletromagnética. Como as pessoas não têm informação sobre isso, elas optam com tanta facilidade para telefones sem fio, mouse e teclado sem fio, bluetooth, etc..

8) No Brasil não temos a cultura da prevenção, mas sim a da emergência. Como disseminar os princípios de retorno à natureza, ao não imediatismo da ''''empurroterapia'''' das farmácias, para uma população carente e ignorante de novos horizontes em relação a área de saúde?


R: Melhorar os níveis educacionais e de consciência das pessoas. Uma sociedade sem informação é uma presa fácil para as farmacêuticas. Ainda achamos que consumir remédios químicos é sinal de progresso social.

9) O senhor diz no livro "O Elo Perdido da Medicina" que se não trabalhar com a causa do processo não há cura. Explique melhor essa colocação.

R: A medicina não trabalha com a causa e sim com a conseqüência - a lesão. O foco central da medicina é a lesão do órgão ou tecido, daí ela classifica a lesão e dá um nome de doença. Mas, está implícito nesse pensamento que a lesão é a sede e a causa da doença. Mais do que isso, a lesão é a própria doença. Ora, quais foram os fatores responsáveis pelo aparecimento da lesão? Isso a medicina oficial nunca pergunta. Se você não atua na causa como pode curar.

10) Por que o senhor considera as doenças crônicas (obesidade, diabetes, hipertensão, câncer, arteriosclerose, artrose) como doenças da civilização?

R: Essa é a classificação epidemiológica da OMS e seus países membros. As doenças crônicas representam hoje 90% do adoecimento humano, e a medicina oficial é completamente desequipada para abordá-la. É fácil compreender isso. A medicina oficial é também chamada de medicina heróica salvadora de vida, pois a sua grande habilidade está na abordagem do paciente lesional. Aqui ela está em casa, ou melhor essa casa é o hospital, local de doentes lesionais. Os doentes crônicos não estão em hospitais, estão vivendo suas vidas com uma série de limitações. Dar remédio para controlar a pressão na hipertensão arterial seria um pequeno aspecto do problema como se fosse a ponta do iceberg. Está se atuando na periferia do processo. O que está acontecendo nesse organismo que fez elevar a pressão arterial ?? Ninguém faz essa pergunta. Para mim hipertensão arterial é quase sempre sobrecarga (os vários tipos de stress) do organismo, que leva a desequilíbrios chamados catabólicos degenerativos. É o processo catabólico degenerativo (dinâmica do metabolismo celular) que deve ser abordado preferencialmente.

11) Foi na Alemanha, durante a Revolução Industrial com suas grandes tinturarias e seus corantes, que a medicina se rendeu à química em detrimento da biologia ao identificar os diversos germes pelo uso das cores. Não é curioso que nos séculos XX e XXI seja exatamente na Alemanha que tem início a retomada de uma medicina biológica? Como o senhor entende a origem de dois processos distintos partindo em épocas diferentes exatamente no mesmo país?


R: Essa é a dialética que acontece em qualquer processo. A contradição do reducionismo químico foi muito melhor percebida no seu berço do que num outro país da periferia da dinâmica produtora daquele conhecimento agora hegemônico.

12) O senhor disserta sobre os malefícios que a ''''big farma'''' produz ao organismo e credita a causa de muitas doenças à toxicidade produzida pelo uso abusivo e desnecessário de medicamentos por conta do poder econômico e político que essa indústria exerce sobre a sociedade. Como enxergar uma saída deste cenário? Onde as terapias complementares entrariam na quebra deste circuito?


R: Eu devo simplesmente emitir os pontos de vistas de um estudioso do campo, que busca ampliar os horizontes médicos. Cabe aos agentes sociais se apropriarem dessas idéias e as viabilizar no pequeno ou no grande espaço social. A medicina é um sistema cultural. A medicina oficial é a medicina adequada para a sociedade materialista, consumista, egocêntrica, antropocêntrica, imediatista e sem qualquer vínculo com a vida e a natureza. Basta mudar o foco que o anacronismo surge logo. Por exemplo, ao invés do principio antropocêntrico e cartesiano migrássemos para o princípio biocêntrico, ficaria claro que a medicina oficial seria um retrocesso.

13) Como trouxe credibilidade ao seu trabalho vivendo dentro de uma medicina oficial que pensa na doença e não na vida? Fez palestras, cursos, enfim, como se deu a conhecer? Sofreu represálias?

R: Fiz uma carreira respeitável na medicina oficial e, assim, assumi legitimidade para falar dos dois campos. O que frequentemente assistimos, é o médico oficial emitir suas opiniões, quando está falando das medicinas alternativas, sobre algo que nunca estudou, nunca viu ou teve experiência, ou no mínimo parou para observar a prática. Simplesmente afirma que tal prática não tem sustentação científica, como se a medicina fosse a guardiã da ciência. Nada mais equivocado e preconceituoso. Exprime a ideologia cientificista tacanha de um discurso que pretende estabelecer hegemonia entre sistemas culturais.

14) O que é um organismo em equilíbrio e saudável?

R: A OMS diz que saúde é o perfeito bem estar físico, mental e social. É uma definição absolutamente abstrata e não operacional, portanto muito criticada. Prefiro admitir o ser humano como um sistema complexo em processo permanente de interação, onde saúde seria a capacidade desse sistema interagir e produzir respostas integradoras. A saúde seria um processo dinâmico. Você pode estar saudável agora e acontecer um grande trauma na sua vida e você não ter condições de processá-lo e adoecer. Aqui a doença deve ser vista como a melhor resposta que seu organismo foi capaz de elaborar e a abordagem médica deve considerar esse fato básico e não achar que uma vez dado o nome da doença está resolvido o problema.

15) Acredita no poder da autocura?

R: Claro que eu acredito. Todo médico deve ter a humildade e se reverenciar diante do organismo humano. Se ele assim o fizer saberá que quem cura é o organismo e a natureza. Mark Twain com perspicácia já havia percebido isso quando disse: “Deus cura e o médico manda a conta”.

 

Terapêuticas

 Nos últimos anos temos assistido a Invasão Farmacêutica que os estudiosos previram na década de 70. É um processo massivo de doutrinação para aumentar o consumo das substâncias químicas de marcas. Todos os expedientes são usados, mas a doutrinação do médico é a que rende melhores frutos. Temos hoje uma medicina completamente rendida à lógica do pharma poder (big pharma). Não tenho qualquer ilusão em poder influenciar na contrahegemonia da big pharma. Pratico simplesmente o compromisso ético de alertar os meus semelhantes sobre o engodo da terapêutica química estranha ao organismo.

No inicio do meu processo de busca de novos caminhos terapêuticos, trilhei na direção da chamada medicina complementar. Essa vertente considera a medicina oficial o centro da medicina, enquanto as outras medicinas deveriam vir complementá-la. Ao adquirir conhecimento e experiência pude perceber que o modelo de conhecimento da medicina oficial não resiste minimamente à lógica do conhecimento científico moderno, e a sua terapêutica (química estranha ao organismo – quimioterapia de marca) é na verdade a principal responsável por parte expressiva do adoecimento atual.


Minha tarefa tem sido a de chamar a atenção das pessoas para os riscos da terapêutica de bloqueio com substâncias químicas estranhas ao organismo. O organismo tem as suas leis e os seus processos corretivos já razoavelmente conhecidos pela medicina funcional. É uma ilusão achar que se é capaz de impor regras a esse organismo com substâncias que não fazem parte do seu processo de funcionamento. Costumo afirmar que as substância químicas estranhas funcionam como escoras, que ajudam a manter a casa de pé, mais nada além disso. No entanto, no organismo, com o passar do tempo, 100% das escoras passam a ser um problema, ou seja, ela cria um novo problema e assim sucessivamente. Não é por acaso que morrem nos EUA, 180 mil pessoas/ano  por efeitos colaterais das drogas. Isso revela claramente o caráter tóxico dessa terapêutica.

O paciente não tem tido opção, pois a medicina oficial não tem a menor noção do que ocorre no organismo no processo de adoecimento. Por isso cresce assustadoramente o que a medicina chama de doenças idiopáticas (não se sabe a causa).  Aliás, a medicina oficial sabe a causa de poucas doenças, simplesmente porque ela não olha para o organismo, e sim para a doença enquanto entidade. Há muito a medicina deixou de olhar para o organismo humano, quando, no Século XIX,  desviou seu olhar para a doença. Na segunda metade do Século XX ela faz um segundo desvio de olhar ainda mais distante do organismo, quando, por total influência da big pharma, passa a valorizar e tratar os fatores de risco. Enfim, dois processos seguidos de abstração em relação ao organismo humano.

A desconexão das pessoas em relação ao seu organismo em grande medida resultante da cultura de exacerbação dos processos mentais e emocionais e do stress da vida moderna, as torna presa fácil do discurso imediatista de supressão dos sintomas por substâncias químicas de bloqueio, que é o carro chefe da big pharma. As ponderações dos médicos éticos e conscientes dos riscos dessas drogas, não costuma ter influência sobre as pessoas ainda saudáveis.


O organismo sobrecarregado, intoxicado, desnutrido, começa a manifestar seu desequilíbrio e a medicina oficial o enquadra numa classificação de doença específica ou mesmo numa classificação simplesmente sintomática e, imediatamente, lança mão da droga para tratar aquela doença ou sintoma. Existe coisa mais simplista do que isso?

Cabe aos médicos comprometidos com a cura um caminho completamente diferente. O médico deve voltar a olhar para o organismo e entender os seus sinais e seus processos ancestrais que mantêm a ordem, a coerência e a vida no organismo. Se o médico for humilde para aceitar que quem cura é o organismo e a natureza, ele terá olhos para ver a  espetacular sabedoria do organismo, e aprenderá a respeitá-la e agir na direção de dar suporte às dinâmicas curativas do organismo, que, no adoecimento, se encontram em dificuldades. 


Isso é o que tento fazer na minha prática. Uso os valiosos recursos terapêuticos já disponíveis, ao mesmo tempo que estou receptivo para incorporar os que ainda virão. Chamo esta perspectiva medicoterapêutica de ecletismo. Portanto, sou um médico eclético que acredita ser o objetivo elementar da medicina, tratar e aliviar o sofrimento humano e, se possível, curá-lo. Coloco a ética do meu lado e faço as minhas buscas de terapêuticas que ainda não conheço.

Meu norte neste campo é a individualidade, ou seja, cada indivíduo interage do seu próprio modo quando é exposto à determinada terapêutica. Por este motivo, tendo a relativizar os chamados ensaios clínicos (clinical trials) que são os sancionadores da chamada “terapêutica química”. Uma terapêutica não precisa funcionar para todos para ser incorporada. Se ela é eficaz para alguns, por que não usá-la?

O establishment terapêutico oficial é poderosíssimo e cerceia de todas as maneiras a possibilidade de opção terapêutica individual. Para se ter uma idéia, um divulgador do uso da oxigenioterapia chamado McCabe, apelidado de Mister Oxigênio nos EUA, esteve preso só por defender a importância terapêutica do oxigênio através de várias técnicas hoje disponíveis.

A consciência de que não existe a chamada "verdadeira medicina" é  fundamental para que o cidadão possa fazer suas opções. Atrás do chamado discurso científico da medicina se esconde o poderoso jogo politicoeconômico. A medicina como qualquer outro sistema cultural deve ser plural. Cada indivíduo deveria desenvolver sua identidade em relação as mais variadas concepções e opções terapêuticas, dentro de uma perspectiva autonômica, e não simplesmente entregar ao outro a responsabilidade sobre a sua saúde.

Desse modo, considero a minha empreitada profissional como um movimento de construção de identidades, de oferta de opções, de consolidação de parcerias autônomas. Pois não adianta sermos críticos em relação à medicina oficial, se não construirmos alternativas assistenciais viáveis.Transformar clientes em parceiros e ampliar os laços sociais para amplificar e viabilizar as iniciativas no campo da medicina não oficial são tarefas de terapeutas e clientes.


O que é Medicina Integral?

O campo da Medicina Integral, orientado pelas novas contribuições da biologia complexa, pela tradição do conhecimento das medicinas tradicionais, e pela vasta produção empírica médica, oferece sua contribuição no sentido de superar o reducionismo e a simplificação do modelo de conhecimento mecânico-dualista, baseado na concepção de doença como entidade específica, da medicina oficial ou medicina acadêmica.

A concepção de integração e mudança está na base do processo de conhecimento da Medicina Integral. Nesse sentido, saúde é definida como capacidade do indivíduo interagir e ser capaz de dar respostas integradoras.

Mas, a Medicina Integral vai além e admite que o ser vivo é, em última análise, o resultado do seu processo integrativo e, assim, aprofunda a discordância com a corrente hegemônica na biologia e na medicina, que o concebe como resultante do seu material genético (genótipo). A Medicina Integral não despreza a importância do fator genético, apenas o redimensiona em relação ao fenótipo, lido como processo integrativo.

Na verdade, o indivíduo expressa apenas parte do seu potencial genético (5%), e essa expressão se dá, em grande medida, a partir dos seus processos integrativos, como a alimentação, o estilo de vida, cultura, interrelação pessoal, etc, como se pode comprovar nos estudos com gêmeos univitelinos. Nessa perspectiva, incorporamos a possibilidade de modular ou regular expressões genéticas que levam ao adoecimento.

 O ser humano, além de interagir no plano biológico e ecológico como todo ser vivo, também o faz nos planos antropologicocultural e psico-espiritual. Portanto, a participação dos fatores genéticos (alteração estrutural do gen) no processo do adoecimento humano, seria bastante limitada, diante de situações fenotípicas (modulação do gen) como a poluição ambiental, as alergias, a dietética imprópria, o fumo, o alcool, as drogas, a violência social e familiar, o stress, etc.. Aliás, a medicina integral com essas concepções antecipou-se ao recente e promissor campo da Epigenética – ramo recente da ciência biológica que é definido como: ”o estudo das mudanças hereditárias na função dos gens sem a mudança da sequência do DNA”.

A Medicina Integral ao admitir a complexidade e a peculiaridade de cada indivíduo, assume o desafio de construir um conhecimento centrado na questão individual, caminhando, assim, no sentido oposto ao da medicina oficial, que valoriza os mecanismos gerais e os processos de enquadre do indivíduo em generalidades, como é o caso da diagnose da doença como entidade (ciência das doenças).

No plano da prática médica, o termo integral ganha o significado de integração, sem busca de hegemonia ou dominância, dos mais variados conhecimentos sobre o processo do adoecer humano e sobre a terapêutica. Integra na questão do adoecer humano tanto os saberes que privilegiam a estrutura (medicina anatômica e celular), quanto os centrados na função/padrão de desequilíbrio (medicinas tradicionais, medicinas funcionais, medicina de bioinformação), sem os maniqueismos da ideologia científica.

Na questão da terapêutica, acolhe e integra as contribuições das culturas e da experiência humana na tarefa de aliviar o sofrimento e restabelecer a capacidade do ser interagir e dar respostas integradoras/harmônicas. Nesse sentido, a Medicina Integral assume o caráter eclético.

Em resumo, a Medicina Integral, com o resgate do ser da enfermidade, afirma o seu vínculo radical com o humanismo, com a superação da dicotomia mente-corpo recupera o holismo, com a concepção microcósmica do homem afirma a sua filiação ao pensamento sistêmico/ecológico. Tudo isso orientado pela noção clara de que a medicina é uma doutrina/arte de inequívoca filiação ética, num claro contraponto ao pensamento que a concebe enquanto uma disciplina científica.

M i s s ã o


Resgatar a tradição médica centrada no papel subsidiário do médico, ao admitir que quem cura é o organismo e a Natureza. O médico deveria essencialmente dar suporte aos processos de cura realizados pelo próprio organismo, e compreender as dinâmicas que mantêm a ordem, a coerência e a vida. Isso não tem nada de novo na história da medicina. A medicina sempre foi uma seguidora da natureza (physician: seguidor da physis) ou uma mediadora entre o homem e a natureza (medicare vem de mediar, trazer para o meio/equilíbrio).

Entretanto, essa tradição foi rompida, no Século XIX, com a noção de germe específico/doença entidade específica, que permitiu a entrada da química estranha ao organismo (quimioterapia), e criou a medicina centrada na doença que responde à equação:  uma doença uma droga

Dr. Eduardo Almeida 

A partir daí medicina e indústria farmacêutica se dão as mãos para estabelecer a chamada medicina científica. Só recentemente a sociedade começa a tomar consciência para onde estamos sendo levados. A química que a medicina incorporou não foi a química das funções de acordo com Claude Bernard, mas a química estranha, do bloqueio das funções. Os microorganismos, segundo a teoria bacteriana monomórfica de Pasteur e Koch, foram concebidos como ameaças, e não como parte do processo ecológico que sustenta a vida no organismo e no planeta. Ou seja, a hegemonia do pensamento químico tal como acima descrito, é uma ameaça à vida nos organismos vivos e no planeta, pois a lógica é a mesma na agricultura (agrotóxicos, adubos químicos, transgênicos), na medicina animal, e nos vários campos da relação do homem com seu ambiente. Calcula-se que cerca de 35% dos seres vivos de hoje estarão extintos em 2050. As abelhas estão em processo acelerado de desaparecimento. Em países como EUA e China as abelhas já estão sendo consideradas extintas. Só mesmo a esquizofrenia do nosso tempo pode admitir algum tipo de ufanismo em relação a saúde e longevidade humanas diante de evidências tão claras contra a vida. Atos contra a vida em grande medida perpretados pela perigosa química nas mãos não menos perigosas do homem desconectado da vida e da natureza.

 

  OUTRAS INFORMAÇÕES QUE PODEM SALVAR NOSSAS VIDAS

 

Glutamato monossódico

Mensagempor projetocamelotbrasil » Qua Out 28, 2009 2:35 pm

Glutamato Monossódico (GMS): É este o assassino que se esconde em nossos armários de cozinha?

(título original): MSG: Is This Silent Killer Lurking in Your Kitchen Cabinets?
retirado do VitalVotes, por Dr. Mercola, em www.mercola.com

Um silencioso e difundido assassino que é pior à sua saúde que álcool, nicotina e muitas outras drogas está provavelmente escondido em seu armário de cozinha neste exato momento. [1]. "Ele" é o glutamato monossódico ou GMS (MSG, Monossodium Glutamate do nome original em inglês), um realçador de sabor que é conhecido amplamente como um aditivo na comida chinesa, mas que na verdade é adicionado a milhares de alimentos que você e sua família regularmente comem, especialmente se você é como a maior parte dos norte-americanos e come a maioria de sua comida como alimento processado ou em restaurantes.
Glutamato monossódico é um dos piores aditivos alimentares no mercado e é usado em sopas enlatadas, biscoitos, carnes, saladas, refeições congeladas e muito mais. É encontrado em restaurantes e supermercados locais, na lanchonete da escola das crianças, e incrivelmente, mesmo na comida de bebê e em fórmulas infantis.
O GMS é mais do que somente um tempero como o sal e pimenta, ele realça o sabor dos alimentos, fazendo o gosto de carnes processadas e refeições congeladas ficar melhor e cheirar melhor, as saladas ficarem mais saborosas e comidas enlatadas com gosto menos metálico.
Enquanto os benefícios do GMS à indústria de alimentos está bem clara, este aditivo alimentar pode estar lentamente e silenciosamente fazendo grandes danos para sua saúde.

O que exatamente é o Glutamato Monossódico?

Você pode lembrar quando o pó de GMS chamado "Accent" primeiramente veio aos mercados norte-americanos. Bem foi há muitas décadas anterior a este, em 1908, que o glutamato foi inventado. O inventor foi Kikunae Ikeda, um japonês que identificou a substância natural que incrementava o sabor, provinda da alga marinha.
Tomando como base esta substância, eles foram capazes de criar um aditivo criado pelo homem, o glutamato monossódico, e ele e seu parceiro criaram a Ajinomoto, que é hoje o maior produtor deste produto (e, interessante, também um produtor de remédios).
Quimicamente falando, o GMS é aproximadamente 78% de ácido glutâmico livre, 21% de sódio, e até 1% composto de contaminantes. [3].
É uma ideia errada que o glutamato monossódico é um condimento ou um amaciador de carne. Na realidade, ele tem um sabor fraco, além do que, quando você ingere GMS, você pensa que o alimento que está comendo tem mais proteína e tem um melhor sabor. Ele faz isso enganando sua língua, usando um pouco conhecido quinto estado de sabor: umami.
Umami é o gosto do glutamato, que é um saboroso gosto encontrado em muitas comidas japonesas, bacon e também no aditivo alimentar tóxico glutamato monossódico. É por causa do umami que o alimento com GMS tem sabor mais forte, robusto, e geralmente melhor, para muitas pessoas, do que o alimento sem ele.
O ingrediente não se tornou amplamente divulgado nos Estados Unidos até a Segunda Guerra Mundial, quando os militares americanos perceberam que a ração dos soldados japoneses era muito mais saborosa que as versões americanas por causa do GMS.
Em 1959, a FDA (Food and Drug Administration, ou Agência Norte-Americana de Controle de Alimentos e Medicamentos), classificou o glutamato monossódico como "ordinariamente conhecido como seguro (Generally Recognized as Safe ou GRAS)" e assim se manteve desde então. Ainda assim foi um sinal de alerta quando apenas 10 anos depois uma condição conhecida como a "Síndrome do restaurante chinês" apareceu na literatura médica, descrevendo os numerosos efeitos colaterais, desde falta de sensação, até palpitações cardíacas que a pessoas experienciavam depois de comer glutamato.
Hoje esta síndrome é mais apropriadamente chamada "complexo dos sintomas do GMS" (termo original do inglês: MSG Symptom Complex), que a FDA identifica como "reações de curto-prazo" do glutamato. Mais destas "reações" ainda virão à tona.

Por que Glutamato Monossódico é tão perigoso

Uma das melhores visões gerais dos reais perigos do glutamato vem do Doutor Russell Blaylock, um neurocirurgião "board certified" (que tem anos de treinamento e entendimentos da diagnose, tratamento e prevenção de enfermidades) e autor do "Excitotoxinas: o Sabor que Mata". Nele ele explica que o glutamato é uma excito-toxinaaa, o que significa que ele superexcita suas células ao ponto de ser perigoso ou mortal, causando danos em vários graus - e potencialmente mesmo acionar ou piorar disfunções de aprendizado, Mal de Alzheimer, Mal de Parkinson, Mal de Lou Gehrig, e mais.
Parte do problema também é que o ácido glutâmico livre é o mesmo neurotransmissor que o seu cérebro, sistema nervoso, pâncreas e outros órgãos usam para iniciar certos processos em seu corpo. [4]. Até a FDA afirma:
"Estudos tem mostrado que o corpo usa glutamato, um aminoácido, como um transmissor de impulsos nervais no cérebro e que há também tecidos glutamato-responsivos em outras partes do corpo. As anomalias no funcionamento dos receptores de glutamato tem sido conectadas com certas enfermidades neurológicas, como o Mal de Alzheimer e a doença de Huntington (distúrbio caracterizado por movimentos musculares anormais espontâneos e irregulares). Injeções de glutamato em animais de laboratório resultaram em anos às células nervais do cérebro." [5]
Embora a FDA continua a alegar que consumir glutamato monossódico nos alimentos não causa estes efeitos danosos, muitos outros especialistas dizem o contrário.
De acordo com Dr. Blaylock, numerosos receptores glutâmicos tem sido encontrados tanto no sistema de condução elétrica do coração quanto no músculo do coração em si. Isto pode ser bem danoso para seu coração, e pode mesmo explicar as mortes inesperada às vezes vista entre atletas jovens.
Ele diz: "Quando um excesso de excito-toxinas de origem alimentar, como o GMS, proteína hidrolisada de soja e concentrada, caseinato de sódio e aspartato do aspartame, são consumidas, estes receptores glutâmicos são super-estimulados, produzindo arritmia cardíaca. Quando o estoque de magnésio está baixo, como vemos em atletas, os receptores glutâmicos são muito sensíveis e mesmo níveis pequenos destas excito-toxinas podem resultar em arritmias cardíacas e morte". [6]
Muitos outros efeitos adversos tem sido relacionados ao consumo regular de GMS, incluindo:* Obesidade * Danos oculares * Cefaleia (dor de cabeça) * Fadiga e Desorientação * Depressão
Além do mais, mesmo a FDA admite que as "reações de curto-prazo" conhecidas como complexo dos sintomas do GMS (MSG Symptom Complex) podem ocorrer em certos grupos de pessoas, especialmente os que ingeriram "altas doses" de glutamato monossódico ou aqueles que tem asma. [7]
De acordo com a FDA, O complexo de sintomas do GMS pode envolver sintomas como:
* Perda de sensibilidade sensibilidade * Sensação de queimadura * Formigamento * Pressão facial ou sensação de sufocamento * Dor no peito ou dificuldade respiratória * Cefaleia * Náusea * Palpitação cardíaca * Sonolência * Fraqueza
Ninguém sabe informar com certeza quantas pessoas podem ser "sensíveis" ao GMS, mas estudos dos anos 70 sugerem que 25 a 30% da população norte-americana era intolerante ao Glutamato - em níveis então encontrados em alimentos. Desde que o uso do Glutamato expandiu dramaticamente deste aquele período, é estimado que até 40% da população pode ser impactada. [8]

Como saber se o Glutamato Monossódico está em sua comida

Os produtores de alimentos não são estúpidos, e eles são cautelosos do fato que as pessoas como você procuram evitar comer este tipo de aditivo alimentar asqueroso. Como resultado, você acha que eles respondem removendo o glutamato de seus produtos? Bem, poucos tem feito, mas a maioria deles só tentaram "limpar" suas embalagens. Em outras palavras, eles tentam esconder o fato que o GMS é um ingrediente.
Como eles fazem isso? Usando nomes que você nunca poderia associar com o produto.
É requerido pela FDA que os produtores de alimentos listem o ingrediente "glutamato monossódico" nas embalagens dos alimentos, mas eles não tem que listar os ingredientes que contém ácido glutâmico livre, mesmo se ele é o principal componente do GMS.
Há mais de 40 ingredientes que contém ácido glutâmico [9], mas você nunca sabe se eles só são nomes isolados. Além disso, em alguns alimentos o ácido glutâmico é formado durante o processamento, e novamente, as embalagens dos alimentos não lhe informam isso.

Dicas para evitar o Glutamato Monossódico de sua alimentação

Em geral, se um alimento é processado você pode supor que ele contém glutamato (ou um de seus pseudo-ingredientes). Então, se você aderiu a uma alimentação de alimentos frescos, você pode bem garantir que você está evitando esta toxina.
O outro local onde você terá que tomar cuidado são os restaurantes. Você pode perguntar que itens do menu são livres de glutamato, e pedir que nenhum glutamato seja adicionado em sua refeição, mas claro que o único local onde você pode ter certeza absoluta do que é adicionado ou não é a sua própria cozinha.
Para estar no lado seguro, você deve saber que ingredientes tomar precaução em alimentos empacotados. Aqui está uma lista de ingredientes que SEMPRE contém glutamato monossódico: (não foram traduzidos por não existir correlato ao português, segue abaixo os nomes originais como constam no artigo): Autolyzed Yeast, Calcium Caseinate, Gelatin, Glutamate, Glutamic Acid, Hydrolyzed Protein, Monopotassium Glutamate, Monosodium Glutamate, Sodium Caseinate,Textured Protein, Yeast Extract, Yeast Food, Yeast Nutrient
Estes ingredientes frequentemente contém glutamato ou criam este durante o processamento: [10] (não foram traduzidos os termos abaixos, por isso fica listado integralmente os originais em inglês): Flavors and Flavorings, Seasonings, Natural Flavors and Flavorings, Natural Pork Flavoring, Natural Beef Flavoring, Natural Chicken Flavoring, Soy Sauce, Sopy Protein Isolate, Soy Protein, Bouillon, Stock, Broth, Malt Extract, Malt Flavoring, Barley Malt, Why Protein,Carrageenan, Maltodextrin, Pectin, Enzymes, Protease, Corn Starch, Citric Acid, Powdered Milk, Anything Protein Fortified, Anything Enzyme Modified, Anything Ultra-Pasteurized
Se você come alimentos processados, por favor lembre-se de dar uma verificada estes nomes ocultos do glutamato.

Escolhendo ser Livre dos Glutamatos

Tomar a decisão de evitar GMS em sua alimentação é mais que possível uma escolha sábia para todos ao seu redor. Reconhecidamente, toma mais tempo planejando na cozinha e preparando comida em casa, usando ingredientes frescos e cultivados localmente. Mas saber que sua comida é pura e livre de aditivos tóxicos como o glutamato é algo inestimável.
Além disso, escolher seu alimento lhe trará ultimamente um melhor sabor e valores mais saudáveis que qualquer comida processada com glutamato que você pode comprar no supermercado.

Nota do tradutor: O texto é escrito utilizando o contexto dos Estados Unidos, nem por isso ele não deixa de ser válido no Brasil ou em outro país que seja. No país, o glutamato é encontrado em salgados como batata-frita com sabor de cebola, embutidos como salames, também na mortadela, presunto, frios em geral, no molho de soja (algumas marcas aparentemente não colocam este ingrediente) e em muitos produtos japoneses. Ler o rótulo das embalagens é um bom começo para evitar o consumo desta substância. O equivalente maléfico doce do glutamato é o aspartame, encontrado em produtos diet, light, e similares. Grandes empresas usam GMS, leia a lista de ingredientes, e zele pelo seu bem-estar. O melhor protesto é não comprar produtos de quem não tem se preocupa com a sua saúde. Em português http://www.vidaintegral.com.br/noticias ... iciaid=948

Referências:
[1] Mercola.com “The Shocking Dangers of MSG You Don’t Know,” video Part 1
http://articles.mercola.com/sites/artic ... x?aid=CD12
[2] Price-Pottenger Nutrition Foundation, Samuels, Jack “MSG Dangers and Deceptions”
http://www.ppnf.org/catalog/ppnf/Articles/MSG.htm
[3] Price-Pottenger Nutrition Foundation, Samuels, Jack “MSG Dangers and Deceptions”
http://www.ppnf.org/catalog/ppnf/Articles/MSG.htm
[4] MSGTruth.org “What Exactly is MSG?” http://www.msgtruth.org/whatisit.htm
[5] U.S. Food and Drug Administration “FDA and Monosodium Glutamate (MSG)” August 31, 1995 http://www.foodsafety.gov/~lrd/msg.html
[6] eMediaWire “Athlete Alert: Renowned Neurosurgeon Identifies Aspartame & MSG in Sudden Cardiac Death” April 15, 2005
http://www.emediawire.com/releases/2005/4/emw225071.htm
[7] FDA Consumer Magazine “MSG: A Common Flavor Enhancer” January-February 2003
http://www.fda.gov/fdac/features/2003/103_msg.html
[8] TruthinLabeling.org “This is What the Data Say About Monosodium Glutamate Toxicity and Human Adverse Reactions”
http://www.truthinlabeling.org/Proof_Ad ... ns_AR.html
[9] Price-Pottenger Nutrition Foundation, Samuels, Jack “MSG Dangers and Deceptions” http://www.ppnf.org/catalog/ppnf/Articles/MSG.htm
[10] Price-Pottenger Nutrition Foundation, Samuels, Jack “MSG Dangers and Deceptions”http://www.ppnf.org/catalog/ppnf/Articles/MSG.htm
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Geradores de Orgonio protegendo sua saúde

 Auto-Hemoterapia. Dr. Luiz Moura

Conversa com Dr Luiz Moura


AUTO-HEMOTERAPIA, VOCÊ CONHECE ?
(Dr Luiz Moura)

 É um recurso terapêutico de baixo custo, simples que se resume em retirar sangue de uma veia e aplicar no músculo, estimulando assim o Sistema Retículo-Endotelial, quadruplicando os macrófagos em todo organismo.

SUMÁRIO A técnica é simples: retira-se o sangue de uma veia comumente da prega do cotovelo e aplica-se no músculo, braço ou nádega, sem nada acrescentar ao sangue. O volume retirado varia de 5ml à 20ml, dependendo da gravidade da doença a ser tratada.

O sangue, tecido orgânico, em contato com o músculo, tecido extra-vascular, desencadeia uma reação de rejeição do mesmo, estimulando assim o S.R.E. A medula óssea produz mais monócitos que vão colonizar os tecidos orgânicos e recebem então a denominação de macrófagos.

Antes da aplicação do sangue, em média a contagem dos macrófagos gira em torno de 5%. Após a aplicação a taxa sobe e ao fim de 8h chega a 22%. Durante 5 dias permanece entre 20 e 22% para voltar aos 5% ao fim de 7 dias a partir a aplicação da auto-hemoterapia. A volta aos 5% ocorre quando não há sangue no músculo.

As doenças infecciosas, alérgicas, auto-imunes, os corpos estranhos como os cistos ovarianos, miomas, as obstruções de vasos sangüíneos são combatidas pelos macrófagos, que quadruplicados conseguem assim vencer estes estados patológicos ou pelo menos, abrandá-los. No caso particular das doenças auto-imunes a autoagressão decorrente da perversão do Sistema Imunológico é desviada para o sangue aplicado no músculo, melhorando assim o paciente.




Caso queira, deixe sua opinião após vê-los.
Um texto breve e objetivo sobre esta prática você vê aqui

 

 


Veja o vídeo na íntegra (2:37:55)

Esta postagem dedico a todos os que lutam pela liberdade e sanidade dos seres humanos, aos verdadeiros médicos, aos meus netos, aos meus amigos e parentes e a todos os sempre bem-vindos passantes por aqui.
É minha demonstração de gratidão que devo a este método de auto-hemoterapia e a este competentíssimo e valente médico Dr. Luiz Moura, http://www.orientacoesmedicas.com.br/auto_hemoterapia.asp a quem não conheço pessoalmente e ao meu grande amigo e médico Dr Eduardo Almeida Arzt - Instituto de Medicina Integral a salvação da minha vida e da minha família retirando- nos das garras dos "nossos modernos" e nocivos hábitos alimentares impostos e cuja denuncia urgente e necessária à midiocracia vigente a serviço do sistema e do obsceno lucro da sua FARMÁFIA, em desserviço á humanidade, tenta impedir que se conheça e faça.
Acrescento em tempo a impressionante dádiva libertadora que tem sido a prática do método de auto cura Ho'oponopono.
Sou grato.

 

 


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