| OBSERVEM A PIRÂMIDE DOS ILLUMINATI O SIMBOLO DA NOVA ODEM MUNDIAL SOBRE O PLANETA NO LOGOTIPO |
The Total
Information Awareness web site, which featured a logo resembling the
Illuminati symbol in the upper left corner, was so audacious that some
readers mistook it for political satire.Photo: U.S. Defense Advanced Projects Research Agency.
The Defense Advanced Research Projects Area (DARPA)
of the U.S. Department of Defense set up the Total Information
Awareness program in 2002, which promised to provide "total information
awareness" through "large, distributed repositories" including
"biometric signatures of humans" and "human network analysis and
behavior modeling." Congress defunded the program in 2003.
O segredo tecnológico do Echelon consiste na interconexão de todos os
sistemas de escuta. A massa de informações é espetacular e, para ser tratada,
requer uma triagem pelos serviços de espionagem dos países envolvidos, por
meio de instrumentos da inteligência artificial. Os defensores da teoria de que o Echelon existe
alegam que tudo o que se fala pelo telefone ou transmite pela Internet e pelo
fax, é controlado, em tempo integral, via satélite, pelo Sistema Echelon, e
que este é uma sofisticada máquina cibernética de espionagem, criada e mantida
pela Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos, com a participação
direta do Reino Unido, do Canadá, da Austrália e da Nova Zelândia."As questões
relacionadas ao Sistema Echelon de espionagem não é um assunto
pertinente somente a União Européia, a sua burguesia e a seus
cidadãos, ou aos países espionados, pois é inquestionável que
cada um de nos que, enquanto cidadãos que vivem em qualquer país
do planeta terra, vivemos submetidos e assistimos a mais ampla
agressão aos direitos mais elementares de privacidade e de livre
comunicação, que se acrescentam as já seculares agressões aos
direitos econômicos, sociais, políticos e culturais dos povos.
A cada dia, por maior que seja a adversidade e por mais forte
que seja o império norte-americano, a única e última alternativa
que resta a aqueles que ousam sonhar com um mundo melhor é a da
luta pela superação da atual sociedade, baseada na exploração
e na opressão da maioria da população, e a luta pela construção
de uma nova sociedade solidária e fraterna. | Echelon é o nome popular dado a um alegado projeto
secreto de SIGINT,
para o qual não existem explicações oficiais de que função possa desempenhar.
Alguns estudiosos da área afirmam que serve para interceptação mundial de
telecomunicações (internet, fax, telemóvel) encabeçado pela Agência de Segurança Nacional
dos Estados Unidos da América, com a
colaboração de agências governamentais de outros países (Reino Unido,
Austrália,
Canadá, Nova
Zelândia), para analisar as comunicações em nível mundial, com o fim de
procurar mensagens que representem ameaças à segurança mundial. Devido a todo o
mistério que envolve o Sistema Echelon, algumas teorias o acusam de promover
até mesmo espionagem industrial.
No final de Janeiro de 2006, a Electronic Frontier Foundation, uma
entidade ligada à defesa das liberdades no mundo digital, iniciou uma ação
judicial contra a operadora de telefonia estado-unidense AT&T devido
a uma suposta colaboração com o Echelon [1]
. Os defensores da teoria de que o Echelon existe
alegam que tudo o que se fala pelo telefone ou transmite pela Internet e pelo
fax, é controlado, em tempo integral, via satélite, pelo Sistema Echelon, e
que este é uma sofisticada máquina cibernética de espionagem, criada e mantida
pela Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos, com a participação
direta do Reino Unido, do Canadá, da Austrália e da Nova Zelândia.
Com suas atividades iniciadas nos anos 80, o Echelon terá, como embrião
histórico, o Pacto denominado Ukusa, firmado secretamente pela Grã-Bretanha e
pelos EUA, no início da Guerra Fria.
Destinado à recolha e troca de informações, o Pacto UK-USA resultou, nos
anos 70, na instalação de estações de rastreamento de mensagens enviadas desde
e para a Terra por satélites das redes Intelsat (International Telecommunications
Satellite Organisation) e Inmarsat. Outros satélites de observação foram
enviados ao espaço para a escuta das ondas de rádio, de celulares e para o
registro de mensagens de correios eletrônicos. Na Inglaterra, o órgão
governamental associado à NSA é a GCHQ (Britain’s Government Communications
Headquarters). A maior base eletrônica de espionagem no mundo é a Field Station
F83, da NSA e se situa em Menwith
Hill , Yorkshire, na Grã-Bretanha.
Além disto, já sob o guarda-chuva do Echelon, seriam captadas as mensagens
de telecomunicações, inclusive de cabos submarinos e da rede mundial de
computadores, a lnternet. Em linguagem técnica, o objetivo dessa rede (network)
é o de captar sinais de inteligência, conhecidos como SIGINT.
O segredo tecnológico do Echelon consiste na interconexão de todos os
sistemas de escuta. A massa de informações é espetacular e, para ser tratada,
requer uma triagem pelos serviços de espionagem dos países envolvidos, por
meio de instrumentos da inteligência artificial.
“A chave da interpretação — afirma Nicky Hager; pesquisador do tema —
reside em poderosos computadores que perscrutam e analisam a massa de mensagens
para delas extraírem aquelas que apresentam algum interesse. As estações de
interceptação recebem milhões de mensagens destinadas às estações terrestres
credenciadas e utilizam computadores para decifrar as informações que contêm
endereços ou textos baseados em palavras-chaves pré-programadas”.
O megapoder da NSA
A agência de inteligência norte-americana mais conhecida é a CIA. No
entanto, de acordo com os pesquisadores nessa arca, a mais poderosa é a NSA.
Ela possui, hoje, cerca de 20 mil funcionários em Fort Meade, seu quartel-general.
São, principalmente, analistas de sistemas, engenheiros, físicos, matemáticos,
linguistas, oficiais de segurança e administradores de empresas, entre outros
especialistas de alto padrão.
A NSA foi criada em 1952 por meio de um decreto secreto do presidente Harry
Truman para cuidar de espionagem e contra-espionagem, dentro e fora dos Estados
Unidos. Seu organograma (conhecido publicamente, pela primeira vez, em 18 de
dezembro de 1998, graças à lei conhecida como Freedom Information Act),
demonstra que seus serviços cobrem praticamente todo o universo das tecnologias
da informação.
Com base nessa massa crítica, os EUA adiantaram-se no tempo para assegurar
sua hegemonia mundial no século 21. Em novembro de 1997, o chefe do
Estado-Maior da Força Aérea norte-americana fez palestra na Câmara de
Representantes, em Washington e afirmou: “No primeiro trimestre do próximo
século, seremos capazes de localizar, seguir e mirar — praticamente em tempo
real — qualquer alvo importante em movimento, na superfície da Terra.
Ao refletir sobre o que chama de televigilância global, o filósofo e
urbanista francês Paul Virilio afirma que o fenômeno histórico que leva à
mundialização exige cada vez mais luz, cada vez mais iluminação. E assim que se
desenvolve hoje uma televigilância global que não reconhece qualquer premissa
ética ou diplomática.
A atual globalização das atividades internacionais torna
indispensável uma visão ciclópica ou, mais precisamente, uma visão cyber-ótica...
Com essa dominação do ponto de vista orbital, o lançamento de uma infinidade
de satélites de observação tende a favorecer a visão globalitária. Para
“dirigir” a vida, não mais se trata de observar o que acontece diante de si. A
dimensão zenital prevalece, de longe ou mais alto, sobre a horizontal e não se
trata de um assunto de pouca importância porque o “ponto de vista de Sirius”
apaga toda perspectiva”. (em Le Monde Diplomatique, agosto de 1999, pgs.4e 5). Teoria da Conspiração
Dado que as agências de inteligência ocidentais estão de uma maneira geral
proibidas de espiar os seus próprios cidadãos, os teóricos da conspiração
sugerem a existência de um pacto Reino Unido-Estados Unidos, por forma a
tornearem esta lei. Assim sendo, as instalações no Reino Unido monitorizam os
cidadãos americanos e as dos EUA os cidadãos Europeus. Depois procedem à troca
da informação obtida[carece de
fontes?].
Em Dezembro de 2005, o New York Times publicou um artigo afirmado que a
Administração Bush tinha implementado um programa de espionagem interna desde
2002.[8][9][10][11]
Durante a disputa de fronteira sobre as ilhas Saint-Pierre e Miquelon, que opôs a França
e o Canadá, também foi usado o Echelon[carece de
fontes?].
Numa entrevista ao Ottawa Citizen (22 de Maio, 1999), o antigo agente da CSE,
Fred Stock, revelou que o Canada usou o Echelon para espionar o governo
francês.[carece de
fontes?].
Nos dicionários:
Fidel e o MST
Estas palavras-chave resumem os alvos principais dos serviços de
inteligência dos Estados Unidos e de seus sócios no Echelon. Integram os
chamados “dicionários”, que são produzidos e trocados, sistematicamente, entre
esses organismos.
Entre essas palavras encontram-se, por exemplo, os nomes de Fidel Castro e
Hugo Chávez e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o MST[carece de
fontes?].
Incluem, também, expressões como terrorismo, guerrilha, narcotráfico e ajuda ao
Terceiro Mundo[carece de
fontes?].
O acesso a alguns desses “dicionários” só se tornou possível graças à
colaboração de ex-agentes — sobretudo australianos e neo-zelandeses — com
pesquisadores ligados a ONGs defensoras das liberdades públicas e do direito
à privacidade. Os megacomputadores da NSA são, segundo os seguidores da teoria
da existência do Echelon, capazes de reconhecer automaticamente a identidade
dos interlocutores, numa conversação telefônica[carece de
fontes?].
Além de palavras-chave, o código do Echelon também inclui cifras-chave.
5.535 representa as comunicações diplomáticas japonesas; 8.182 indica a troca
de tecnologias criptográficas. Os documentos resultantes das pesquisas recebem
símbolos distintivos: Moray (secreto), Spoke (ultra-secreto), Gamma (interceptação
de comunicações russas, mesmo no pós-Guerra Fria)[carece de
fontes?].
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